“A APAE é feita de esforços e atitudes
transformadoras, motivadas por
integrantes que acreditam no mesmo sonho.”
“Associação de Pais e Amigos
dos Excepcionais

 

 

 

Unidades de Serviço mantidas pela APAE de Brusque:

A Clínica de Terapia Integrada Uni Duni Tê – Integrar para Estimular – é uma unidade de serviço da APAE de Brusque criada em 25 de Setembro de 1991, com o objetivo de atender as necessidades da comunidade no acompanhamento e intervenções no desenvolvimento infantil de crianças de 00 a 05 anos e 11 meses.
 
O Centro Educacional Santa Inês atende pessoas com deficiência intelectual, associada ou não a outras deficiências e com transtornos invasivos do desenvolvimento, a partir dos 05 anos e 11 meses.
 
Atende pessoas acima de 21 anos, com deficiência intelectual, associada ou não a outras deficiências, que apresentem semi-dependência e/ou dependência nas atividades de vida diária e que não possuam perspectivas de inclusão no mercado de trabalho competitivo, cooperado ou protegido.

Quem Somos

A APAE de Brusque foi criada há 60 anos a partir da iniciativa do Dr. Carlos e sua esposa D. Ruth de Sá Moritz, que buscavam serviços que pudessem atender seu filho Pierre.

Em 1955, ao retornar a Brusque depois de buscar referências deste tipo de trabalho, Dr. Carlos liderou um movimento para aquisição do terreno e construção da escola que funcionaria nos moldes do Instituto Santa Lúcia do Rio de Janeiro. Em reunião realizada na residência do casal Moritz, no dia 14 de setembro de 1955, com a participação dos senhores: Dr. Carlos Moritz, Oscar Gustavo Krieger, Cyro Gevaerd, Bruno Moritz, Ayres Gevaerd, Bruno Maluche, foi fundada a APAE de Brusque e constituída  a primeira Diretoria “provisória”, tendo como presidente, Dr. Carlos Moritz.

Ao longo desta trajetória, outros pais e amigos foram se juntando à caminhada, visando o fortalecimento  da Entidade e qualificação dos serviços a serem prestados.

Hoje, a APAE de Brusque, diferentemente de outras Entidades do gênero, possui a Clínica de Terapia Integrada Uni Duni Tê que atende crianças de 00 a 06 anos de idade,  o centro educacional especializado no atendimento de pessoas acima de 06 anos de idade e  o centro de Convivência Ruth de Sá.

O Centro de Convivência Ruth de Sá  foi implantado  no ano de 2001, para atender a pessoas com deficiência mental acima de 21 anos ou em processo de envelhecimento, com dependência ou semi-dependência nas atividades de vida diária, sem possibilidade de inserção no mercado competitivo ou protegido, em período integral. Os serviços visam proporcionar aos usuários, através de atividades educativas, de saúde, ocupacionais e de lazer, a manutenção e o desenvolvimento de suas potencialidades físicas, sociais, emocionais e intelectuais, promovendo o bem estar, a qualidade de vida e a inclusão social.

 

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Últimas Notícias

Consultora da Apae de Brusque palestra sobre inclusão escolar para a Rede Municipal de Educação

Profissionais da Rede Municipal de Ensino formaram uma plateia com cerca de 190 inscritos, no auditório da Uniasselvi


A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Brusque acompanhou na manhã de sexta-feira, 22 de julho, a palestra “A inclusão escolar na perspectiva do Currículo Funcional Natural”, proferida pela educadora, psicóloga e consultora da instituição, Dra. Maryse Suplino. O evento foi realizado no auditório da Uniasselvi e contou com uma plateia formada por cerca de 190 inscritos, interessados no conteúdo abordado pela especialista, como a inclusão escolar, deficiência intelectual, autismo, currículo funcional natural, entre outros.
A palestra integrou a semana de Formação Continuada da Rede Municipal de Ensino, e também fez parte da programação do projeto aprovado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA/FIA). O trabalho feito pela Apae de Brusque inclui trocas com as escolas regulares, em função dos alunos incluídos.


Educação para a vida
Com experiência de mais de 40 anos na área da educação, Dra. Maryse é educadora e psicóloga e, por muitos anos, atuou na rede municipal de ensino. A especialista acompanha a Apae de Brusque há seis anos na área de consultoria e trabalha com a educação especial tanto na escola especializada como na regular.
Segundo a palestrante, o objetivo do evento foi despertar o olhar dos profissionais para que eles tenham uma visão da educação especial que prepare para a vida. Nesse sentido, Dra. Maryse esclarece que a visão do Currículo Funcional Natural extrapola instituições como a Apae de Brusque, pois ele vai além, já que também se aplica à educação especial dentro da escola regular. “Fazer com que aquele aluno incluído tenha um melhor aproveitamento da escola regular, já que nem sempre o currículo tradicional se aplica às necessidades de uma criança com deficiência, dependendo da deficiência. Assim, buscamos transmitir essa visão para os profissionais aqui presentes, em como fazer com que, a criança com deficiência que está na escola regular possa adquirir habilidades para a vida, e não apenas habilidades acadêmicas, já que essa limitação pode às vezes impedir um maior aproveitamento do ambiente escolar”, declarou.
Durante a palestra, o tema foi trabalhado pela especialista a partir da perspectiva voltada à pessoa como protagonista, para que o profissional da educação que atue com inclusão compreenda a importância de estabelecer o vínculo com o aluno com deficiência. “Dentro dessa proposta, quando falamos de funcionalidade, falamos do que ensinar. Um olhar singular, que estabelece àquela pessoa o que ela precisa”, discorreu.
Assim, ao longo da manhã, em um primeiro momento, os participantes do evento entenderam um pouco sobre os conceitos do Currículo Funcional Natural e, em seguida, foi feita uma reflexão, entre a metodologia e a proposta do currículo regular, em como ambos podem se complementar. Além disso, Dra. Maryse também trouxe sugestões e ideias, de como, no dia a dia, os professores podem ajustar um currículo comum para uma visão mais funcional e natural, para atender a necessidade do aluno com deficiência incluído.

Inclusão todos os dias
Para a diretora Executiva da Apae de Brusque, Rosecler Ceratti Foletto, a contribuição compartilhada pela psicóloga durante a formação foi de extrema importância para a comunidade e a área da educação. “É um compartilhamento necessário, principalmente porque temos alunos que estão na Apae e na rede municipal. Nesses seis anos que a Dra. Maryse tem feito trabalhos na Apae, os resultados são impressionantes. E quando se tem algo bom, o desejo é difundir, disseminar para mais pessoas, e é o que fizemos aqui hoje, onde todos ganham: os alunos, as famílias, o município e os profissionais”, declarou.
O evento contou com diversos profissionais relacionados à área de inclusão, como professores, monitores, gestores, entre outros interessados no tema.


Compartilhamento
Também presente no evento, a secretária de Educação de Brusque, Eliani Aparecida Busnardo Buemo destacou a presença da palestrante convidada, cedida pela Apae de Brusque, a partir do projeto do CMDCA/FIA. “Ficamos muito alegres em termos uma pessoa tão ilustre, que vem compartilhar toda sua experiência e trajetória, para falar sobre inclusão e diversidade”, comentou.
Segundo ela, a palestra integrou a Formação Continuada 2022 da rede municipal de ensino, que este ano trouxe como tema “O compartilhamento dos Saberes”, com diversas atividades desenvolvidas durante a formação, e temas específicos para cada setor.
Promovida pela pasta, as capacitações da Formação foram feitas através de um edital de boas práticas, que contou com o compartilhamento de experiências exitosas de atividades docentes. Ao todo, foram 150 oficinas promovidas, voltadas a mais de 2,4 mil profissionais da rede municipal de ensino de Brusque. “Temos uma proposta pedagógica para a rede municipal em que o pertencimento dela só se dará à medida que ela for mesmo compartilhada entre os profissionais, de forma linear, e isso que buscamos”, completou.

Leia +26/07/2022

Acadêmicos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil da UNIFEBE revitalizam espaços de convivência da APAE Brusque

Horta, casa de ferramentas e bancos foram feitos pelos próprios estudantes


Os acadêmicos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil do Centro Universitário de Brusque (UNIFEBE) utilizaram seus conhecimentos e habilidades para realizar uma série de melhorias nos espaços de convivência da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Brusque. Orientados pelos professores da graduação, por meio do EXECUTA, projeto que prevê a execução prática de obras, os estudantes fizeram hortas hidropônicas para o plantio de hortaliças, uma casa de ferramentas, providenciaram a cobertura da horta e construíram bancos de concreto e vasos para o plantio de ervas medicinais, que foram pintados imitando madeira.
Executa
O colocar a mão na massa é o perfil do EXECUTA. O projeto criado pelo curso de Arquitetura e Urbanismo instiga os estudantes a transformarem ideias em realidade. “No EXECUTA os acadêmicos experimentam um dos sentimentos mais gratificantes de um arquiteto: ver a conclusão de algo que foi projetado com muito carinho e amor. Nessa edição do EXECUTA, em especial, eles desenvolveram habilidades sensoriais e perceberam ainda mais a importância de construir algo, pensando em quem vai utilizar aquele espaço. Para isso, cada detalhe foi estudado, projetado e feito com muito cuidado, desde a escolha das ervas medicinais, da altura dos canteiros, das cores e acabamentos”, salienta o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNIFEBE, professor Marcelius Oliveira de Aguiar.
Antes de iniciar a execução da obra, os acadêmicos participaram de uma oficina prática para a construção dos bancos em concreto, com o professor de artes da Apae, Vavá Yonomata. A pré-montagem dos utensílios foram feitas na UNIFEBE, com o apoio dos professores Marcelius, Anderson Buss e da professora Vivian Siffert Wildner, e finalizados diretamente na Apae. Durante todas as etapas, a instituição contou com o suporte e orientação dos profissionais da Apae, que apresentaram as reais necessidades da entidade.
Desde o início do EXECUTA a acadêmica de Arquitetura e Urbanismo, Giovanna Nunes Oberg, percebeu que ser uma futura arquiteta é ir além do projetar. “Uma coisa é fazer um projeto no software, pensar nos materiais, nas quantidades, mas a realidade de uma obra, muitas vezes, é bem diferente. Com certeza esse intercâmbio de conhecimentos entre o nosso curso e Engenharia Civil agregou e muito para chegarmos ao resultado final. Saber que participei de um projeto como este e que, com o meu trabalho, de certa forma mudei a realidade daquelas pessoas, é indescritível”, complementa Giovanna.
A interação profissional entre as áreas é algo que fará parte do futuro desses acadêmicos. “Junto com os professores trocamos experiências de vida e profissionais, o que possibilitou que cada um contribuísse com suas habilidades e seus conhecimentos. Em atividades como o EXCECUTA percebemos que é muito importante planejar, mas que muitas vezes o projeto sofrerá alterações e devemos estar preparados para uma resposta rápida e segura. Apesar dos desafios, foi gratificante deixar nossa marca na Apae”, destaca o acadêmico de Engenharia Civil, Marco Antonio Bernardi Dall Antonia.

A Apae
A parceria entre a UNIFEBE e a Apae iniciou em 2021, quando os estudantes desenvolveram projetos para melhorias na entidade, de acordo com as necessidades apontadas pela Apae. “A experiência do EXECUTA foi enriquecedora para todos. Nós da Apae ganhamos muito mais que a revitalização desses espaços, mas principalmente, o olhar atencioso desses jovens que estiveram aqui e puderam vivenciar o clima da instituição e entender um pouco mais sobre as pessoas com deficiência. Isso é algo transformador, motivador. A Apae precisa e gosta de trabalhar a várias mãos, e o EXECUTA foi exatamente assim”, enaltece a diretora administrativa da Apae, Rosecler Ceratti Foletto.

Extensão Universitária
O vivenciar a universidade fora do campus é um dos objetivos da extensão universitária. Ir além das experiências de sala de aula, praticar a futura profissão em prol do desenvolvimento da sociedade. “Os alunos e professores trabalharam no projeto, desenho, lista de materiais e depois na construção, e tiveram que realizar adequações necessárias para atender a necessidade de uma instituição tão importante na nossa cidade. Foi um tanto desafiador, mas muito gratificante. Ao ver todos os serviços executados e concluídos tivemos a certeza de que o propósito da extensão universitária foi cumprido e que, por meio do conhecimento acadêmico, deixamos algo para a sociedade”, conclui a coordenadora de Engenharia Civil da UNIFEBE, professora Vivian.
A pró-reitora de Pós-graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura da UNIFEBE, professora Edinéia Pereira da Silva, elucida que a Curricularização da Extensão integra a formação acadêmica dos estudantes e promove intervenções que estimulam a construção e o desenvolvimento do aluno como cidadão.
Os projetos, programas, cursos, oficinas, eventos e até prestação de serviços, desenvolvidos na Curricularização da Extensão articulam ensino, pesquisa e extensão de modo interdisciplinar, político educacional, cultural, científico e tecnológico. “As atividades desenvolvidas são relacionadas à formação universitária do estudante, que desenvolve trabalhos que contribuem com a comunidade e promove um diálogo construtivo e transformador entre a universidade e a sociedade”, ressalta a professora Edinéia.

(Textos e fotos: Assessoria de imprensa Unifebe).
Leia +18/07/2022

Agenda - Próximos Eventos

Vazio!

Aconteceu - Últimos Eventos

Apae realiza bazar com produtos apreendidos pela Receita Federal

Entre os dias 12 e 15 de novembro, das 8h às 17h, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Brusque, estará realizando mais uma edição do bazar com produtos apreendidos pela Receita Federal. Na noite de quarta-feira, 11 de novembro, os portões da entidade permanecerão abertos, já que muitas pessoas costumam chegar durante a madrugada para garantir um bom lugar entre os primeiros compradores. A senha de acesso ao local, no entanto, passa a ser distribuída a partir das 7h de quinta-feira.
As regras são as mesmas das edições anteriores, com limite de compras fixado em R$ 700. Caso o produto adquirido ultrapasse o valor, apenas esta unidade poderá ser comprada. É importante que as pessoas estejam munidas de RG e CPF. Já a forma de pagamento será em dinheiro, cartão de crédito ou débito. Cheques não serão aceitos.
“Todas as construções que temos na instituição é graças ao bazar da Receita Federal. Nós fizemos um projeto de reforma de todas as nossas oficinas e fomos contemplados. A Receita Federal não autoriza bazares para o custeio das instituições. É um benefício exclusivo para investimento e, aqui, será destinado para melhorias das nossas oficinas”, explica o presidente da Apae, Sebastião Ernani Poia.
Todas as compras são acompanhadas por monitores, instruídos para explicar as especificidades de cada produto, com ênfase nos eletrônicos. Cada visita ao local terá a duração máxima de 30 minutos e não será permitida a entrada de acompanhantes.
“Este é o melhor bazar que já recebemos, com muitas mercadorias de maior valor agregado. É a primeira vez que recebemos, por exemplo, carretilhas eletrônicas para pescadores, além dos molinetes de pesca. Os perfumes vieram em pouca quantidade, mas com uma qualidade superior. Temos brinquedos para crianças, vestuário e acessórios para todas as idades, videogames, aparelhos celulares, equipamentos de som automotivo e eletrônicos em geral”, destaca o vice-presidente da Apae, Márcio Belli.
Tradicionalmente, o bazar com produtos apreendidos pela Receita Federal é conhecido pelos preços atrativos. Este, especificamente, mantém tabela com valores fixados do ano passado, ainda na baixa do dólar, o que pode ser uma boa opção para quem planeja antecipar as compras de Natal. Vale apenas ressaltar que não há garantia para os produtos adquiridos e que não serão aceitas trocas ou devoluções.

Compras limitadas

Item Quantidade máxima
Brinquedos 15 unidades
Artigos de bazar 15 unidades
Equipamentos eletrônicos 2 unidades
Relógios de pulso 5 unidades
Instrumentos musicais 1 unidade
Vestuário 12 unidades
Perfumes e cosméticos 5 unidades

Foto: Bazar
Crédito das fotos: Guédria Motta
Legenda: O presidente da Apae, Sebastião Ernani Poia e o vice-presidente, Márcio Belli, ao lado dos voluntários, trabalham na organização do bazar com produtos apreendidos pela Receita Federal
Leia +10/11/2015

Apae de Brusque participa de Audiência Pública sobre a situação dos idosos com deficiência

A Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Brusque, participou nesta quinta-feira, 24 de setembro, da Audiência Pública "A situação do idoso com deficiência em Santa Catarina na perspectiva da saúde, acessibilidade e qualidade de vida”. O evento, realizado na Faculdade São Luiz, foi proposto pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) e reuniu lideranças políticas, representantes de outras entidades assistenciais da região, além da comunidade de modo geral.
Em torno de 60 alunos da Apae de Brusque, a maioria do Centro de Convivência Rute de Sá (Cecon) também participaram da audiência, entre eles o primeiro aluno da entidade, Pierre Moritz, que ao lado de demais autoridades fez a composição da mesa no evento. Professores e coordenadores da Apae de Brusque também prestigiaram a sessão na oportunidade.

Diagnóstico
A audiência pública realizada em Brusque é uma das cinco que tratam do tema no Estado, que já ocorreram em Urubici, no mês de agosto, e em Penha no último dia 15. Além de Brusque, estão previstos ainda debates em São José e Laguna. A proponente do evento foi a deputada estadual Dirce Heiderscheidt (PMDB), coordenadora do Fórum Parlamentar em Defesa da Pessoa Idosa na Assembléia Legislativa. Segundo ela, o objetivo das audiências é ver quais são as principais demandas nas regiões para sejam feitos diagnósticos de quantas pessoas idosas deficientes existem no estado e quais as suas principais necessidades. “A nossa preocupação é estar nas cidades, discutir esse tema e verificar a possibilidade de melhorias nas políticas públicas voltadas aos nossos idosos para que eles possam envelhecer com dignidade, em especial os que possuem alguma deficiência. Queremos fazer esse diagnóstico e levar aos nossos governantes, desde prefeitos até a presidente do país”, comentou.

Apoio do poder público
Para o presidente da Apae de Brusque, Sebastião Ernani Póia, é através do poder público que entidades como a Apae de Brusque podem desenvolver, cada vez mais, trabalhos com pessoas com deficiência na terceira idade. “Alguns dos nossos alunos que são idosos já não têm mais os pais e dependem de outros familiares, ou de terceiros. Sabemos que somente a Apae não tem como realizar um trabalho contínuo com essas pessoas, já que o ideal é que no futuro esses alunos até possam ficar permanentemente na instituição. A partir dessas discussões propostas, nessa e em outras reuniões da Alesc, esperamos que possam surgir documentos e quem sabe leis que trarão resultados positivos perante ao poder público para nos apoiar nessa causa”, declarou.
O gerente de Educação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional (SDR) de Brusque, Rodrigo Cesari, no ato representou o secretário da pasta, Ewaldo Ristow Filho, também acredita é por meio de discussões e da conscientização que será possível garantir aos idosos deficientes, mais qualidade de vida. “Todos nós queremos e temos a vontade de envelhecer com dignidade, e as pessoas deficientes da mesma forma têm esse direito. Acredito que o trabalho é muito mais da conscientização, em especial da nossa juventude, sobre a necessidade da doação a essas pessoas e dos cuidados necessários com elas. Essa audiência é um passo muito importante, e esperamos colher bons frutos a partir disso”, completou.

Participaram ainda do evento o deputado estadual Serafim Venzon (PSDB) e a presidente do Conselho Municipal do Idoso, Silvia Kuhnen.
Leia +25/09/2015